Portugal, sendo um país abastado em floricultura é também, naturalmente, uma região propícia ao mel, ocupação de milhares de produtores representando uma fatia importante na economia nacional, pelo que a sua produção é altamente controlada para permanente garantia da qualidade.
Existem doze denominações de origem geográfica: terras altas do Minho, as terras de Barroso e a Terra Quente de (Trás-os-Montes) a Serra da Lousã, o Parque de Montesinho, a Serra d’Aire, a albufeira de Castelo de Bode, o Ribatejo Norte (Bairro e Alto Nabão), a Serra de Monchique, o Alentejo e, finalmente, os Açores.
Os vários tipos de mel – rosmaninho, laranjeira, eucalipto, girassol, urze, rosas, etc. – variam em função das características e localização geográfica das plantas de onde é extraído o néctar e dos tipos das abelhas produtoras.
Por esta razão, o mel pode apresentar consistências e cores diferentes.
Em suma, ao longo de todo o país, é fácil encontrar-se mel das mais diferenciadas caraterísticas, mas sempre com uma elevada qualidade.
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